O que a psicogeriatria avalia?
Depressão, ansiedade, alterações de sono, apatia, irritabilidade e mudanças de comportamento podem aparecer na velhice e não devem ser tratadas como parte natural da idade. A avaliação integra a saúde mental às condições clínicas, à cognição, aos medicamentos e ao contexto familiar e social.
Sintomas podem se apresentar de formas diferentes
Em pessoas idosas, sofrimento emocional pode surgir como perda de energia, isolamento, queixas físicas, alterações de apetite, piora de memória ou redução da autonomia. Por isso, é importante investigar causas clínicas, efeitos de medicamentos e eventos de vida antes de definir o plano terapêutico.
Como o cuidado é organizado
O acompanhamento pode incluir orientações de rotina, atividade física, sono, suporte familiar, psicoterapia e tratamento medicamentoso quando indicado. A escolha é compartilhada e considera benefícios, riscos, interações e preferências do paciente.
Ideias de morte, risco de autoagressão, agitação intensa ou confusão súbita exigem avaliação imediata em um serviço de urgência.
Formação dedicada à área
Dr. Igor Queiroz concluiu o Programa de Aperfeiçoamento em Psicogeriatria do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq-USP), integrando essa experiência à prática geriátrica.
Conteúdo revisado por Dr. Igor Queiroz em 12 de agosto de 2026. Não substitui avaliação médica ou atendimento de urgência.
